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Laudo de DNA em ossada que pode ser de criança desaparecida sai em 20 dias, diz perícia
O exame de DNA nas amostras retiradas de uma ossada encontrada no município de Igaci, que pode ser da da pequena Cleciane Pereira, de 10 anos, desaparecida desde junho do ano passado em Arapiraca, deve ser concluído nos próximos 20 dias.
Uma média de sete pessoas desaparece por dia no Distrito Federal
Quando alguém desaparece, famílias esperam horas, dias e até muitos anos por alguma notícia. Os dados mais recentes da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) indicam que, em média, ao menos sete famílias por dia sentiram essa agonia na capital em 2017. No período, o número de pessoas desaparecidas chegou a 2.767.
Todos os anos, 3,5 mil crianças e adolescentes desaparecem em MG
A família de Alexandra* viveu dias de angústia. Em agosto de 2016, o filho adolescente saiu de casa como sempre fazia, sem deixar notícias. Quando percebeu que o garoto não estava em nenhum local que costumava frequentar, a mãe decidiu fazer um boletim de ocorrência. “Eu ia para a rua todos os dias, buscando pistas. Também procurei a delegacia e foi feito um cartaz com a foto dele. Colei nos lugares que achei que ele pudesse ir”, contou. Assim como Leandro*, todos os anos a Polícia Civil registra cerca de 3,5 mil desaparecimentos de crianças e adolescentes. Em 2016, a taxa de localização foi de 65%. Porém, muitos desses jovens já retornaram para casa, mas permanecem sem fazer o registro de que reapareceram.
Casos de desaparecimento aumentam 13% em MT
O número de desaparecidos entre crianças e adolescentes aumentou em 13% este ano no Estado. Os dados são da Secretaria Estadual de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp). Conforme o balanço, de janeiro a setembro deste ano, 545 menores sumiram em Mato Grosso. Já no ano passado, no mesmo período, o total de boletins de ocorrências envolvendo esses casos chegou a 482.
Mãe sofre sem notícias do filho desaparecido há mais de um mês: 'Será se está vivo?'
Vários tocantinenses sofrem diariamente com a falta de informação a respeito de parentes desaparecidos. Essa é a dor de Tânia Ribeiro que a mais de um mês não sabe do paradeiro do filho Bruno Jales Ribeiro Arruda, 33 anos. Ela conta que falou com o filho a última vez no dia 21 de outubro. Somente o carro dele foi encontrado na praia do Caju, em Palmas e ainda não há pistas do que tenha acontecido.















